Teatro Municipal do Porto

bilhetes

27 Sex 21.00h

Israel Galván

La fiesta Espanha
Estreia nacional

RIVOLI Grande Auditório

Dança / Música
Depois do Porto ter descoberto FLA.CO.MEN na temporada de 2016/2017, no Teatro Rivoli, Israel Galván, um dos grandes inovadores do flamenco atual, regressa a este palco para fazer, literalmente, “La fiesta”. 
Herdeiro da escola sevilhana, Galván percorreu os quatro cantos do mundo como bailaor até decidir experimentar, teatralizar, reinventar o flamenco. Na sua opinião apenas se "alteraram as sílabas", sem nunca sair do mesmo território desta dança, da sua memória, alargando a possibilidade de códigos que a encerram. Mas “La fiesta” traz um golpe de face. O premiado artista decide agora regressar à essência, à sua infância, um círculo de vida que se fecha “como se tivesse viajado centenas de quilómetros de distância para voltar ao ponto zero.” De volta aos tablaos onde os seus pais dançavam, às saias rodadas, às peinetas que se desmancham no final da exibição, a energia desta festa começa pelo final da própria festa: quando se trocam papéis, quando se brinca a uma dança que não é para ser vista. A energia contagia o público através da música, que conta com a colaboração do coro grego Byzantine Ensemble Polytropon e evidencia o sentimento trágico da vida e os seus lamentos, através do movimento que se sente mesmo de olhos fechados. Do virtuosismo e tradição à quebra dos cânones e da liberdade da dança, “La fiesta” é um “espetáculo como especta culos”, diz o velho trocadilho espanhol. O público é convidado a vibrar e, sobretudo, a desvendar os enigmas desta festa de recordações pessoais e coletivas.


Israel Gálvan nasceu em Sevilha, em 1973. Filho de dançarinos de flamenco, treinou com o pai desde muito cedo, apresentando-se pela primeira vez aos 5 anos no Sevilla Tablao, “La Trocha”. Começou a estudar com Mario Maya e mais tarde tornou-se no bailarino principal da sua companhia. Galván trabalhou com vários nomes de relevo, incluindo Manuela Carrasco, Manuel Soler e Vicente Amigo. Durante este período, ganhou três dos mais prestigiados prémios em Flamenco - o Prémio Vicente Escudero em 1995, o Prémio El Desplante e o Premio do I Concurso de Jóvenes Intépretes em 1996. Em 1998, criou a sua própria companhia de dança.



Conceção, direção artística e coreografia Israel Galván
Aparelho dramatúrgico Pedro G. Romero
Design de luz Carlos Marquerie
Codireção musical Israel Galván, Niño de Elche
Colaboração de encenação Patricia Caballero, Carlos Marquerie
Assistente de encenação Balbina Parra
Cenografia Pablo Pujol
Desenho de som Pedro León
Figurinos Peggy Housset
Coordenação artística Carole Fierz
Elenco Israel Galván, Jesús Aguilera, Eloísa Cantón, Emilio Caracafé, Ramón Martínez, Niño de Elche, Alejandro RojasMarcos Uchi, com a colaboração de Byzantine Ensemble Polytropon, direção musical de Panagiotis Andriopoulos, vozes de Panagiotis Andriopoulos, Charalampos Kalapanidas, Roni Bou Saba e Dimitrios Karadimas
Direção técnica Pablo Pujol
Luz Rubén Camacho
Som Pedro León
Direção de cena Balbina Parra
Road manager Marcos Avilés
Produção Cisco Casado
Consultor de produção Dietrich Grosse
Assistente de produção Amparo Hernández
Assistente administrativo Rosario Gallardo
Comunicação Jaime Quintero
Coprodutores Festspielhaus St. Pölten (inkl. Artist Residency) Théâtre de la Ville/La Villette – Paris, Festival d’Avignon Théâtre de Nîmes – scène conventionée pour la danse contemporaine, Sadler’s Wells London, Movimentos Festwochen der Autostadt in Wolfsburg, MA scène nationale – Pays de Montbéliard, Les Théâtres de la Ville de Luxembourg, Théâtre De l’Archipel – scène nationale de Perpignan, L’Onde – Théâtre et Centre d’art de VélizyVillacoublay, Teatro Central de Sevilla
Apoios Agencia Andaluza de Instituciones Culturales, Consejería de Cultura Junta de Andalucía, INAEM Ministerio de Educación, Cultura y Deporte – España Instituto Andaluz del Flamenco, Temporada Alta Festival de Tardor de Catalunya, GironaSalt and Aichi Prefectural Arts Theater